Envelhecimento da região dos olhos: como prevenir e tratar

A pele dessa área é naturalmente mais fina, o que pode causar tanto problemas estéticos, a exemplo de rugas e olheiras, como funcionais. Cirurgião

Desde o início da pandemia da Covid-19, a região dos olhos ficou em evidência por conta do uso das máscaras faciais. Nos consultórios – até mesmo por meio de teleconsultas – e em buscas no Google, surgiram perguntas na linha: “como melhorar as olheiras”, “como minimizar rugas” e “como levantar o olhar”.

Essa área tem uma pele naturalmente mais fina e pode indicar os primeiros sinais de envelhecimento, que apresenta causas multifatoriais: desde a falta de cuidados até doenças que levam à queda das pálpebras. Selecionamos as principais. Confira:

Rugas

Também chamadas de pés de galinha, elas aparecem pelo constante movimento do falar, sorrir e comer.

Para evitar esse estágio, o ideal é usar ácidos específicos e protetor solar.

Olheiras

São manchas que acontecem por fatores genéticos, como o padrão dos ossos do rosto; vasculares (tons de roxo); por excesso de pele (tons mais escuros); e mesmo por questões hormonais.

Quando a pessoa não tem uma boa noite de sono tudo fica ainda mais evidente e os pigmentos, que são marrons, surgem pelo acúmulo de melanina.

Em alguns casos, é preciso investir em ácidos para prevenção e clareamento da região.

Tudo o que for gelado – como o rolo de jade, chá de camomila, rodelas de pepino e colher – leva a uma vasoconstrição no local, melhorando momentaneamente a aparência das olheiras.

Problemas funcionais

Um exemplo é a ptose, também conhecida como “olho de peixe morto”. Essa situação pode acontecer por fatores genéticos senilidade, questões relacionadas à inervação e/ou o enfraquecimento do músculo da pálpebra ou por doenças que causam a paralisia dos nervos oculares. Ela pode reduzir o campo visual, fazendo a pálpebra cair por cima dos olhos.

Se você tiver algum dos problemas mencionados, é importante procurar logo um especialista, porque eles podem piorar sem o tratamento adequado.

Fonte: Saúde Abril