Vegetarianismo e veganismo: como equilibrar a alimentação

Com certos ajustes, as duas dietas oferecem todos os nutrientes necessários para uma rotina saudável

No dia 01 de outubro comemoramos o Dia Mundial do Vegetarianismo e, hoje, apenas um mês depois, é o Dia Mundial do Veganismo. Os dois padrões de dietas andam cada vez mais populares por aqui.

Para ter ideia, 46% da população brasileira já deixa de comer carne pelo menos uma vez por semana. Existe até um movimento chamado Segunda sem Carne, que estimula que isso aconteça às segunda-feiras. E, em 2018, segundo a Sociedade Vegetariana Brasileira, 14% dos brasileiros disseram se considerar vegetarianos.

As dietas vegetariana e vegana são nutricionalmente saudáveis e adequadas, tanto que são apropriadas para todas as fases da vida, incluindo gestação, lactação, infância, adolescência, idade adulta e terceira idade. Atletas também se dão muito bem com esses cardápios. Mas, afinal, quais as diferenças entre eles?

A dieta vegetariana não inclui carne vermelha, frango e peixe, mas muita gente que segue esse padrão consome leite e derivados e ovos. Agora, há o vegetariano estrito, que não come nenhum alimento de origem animal. Portanto, ele abdica de todos os tipos de carnes, além de ovos, leite e derivados.

Por que é bacana priorizar os vegetais

Dietas compostas por esse grupo alimentar são sustentáveis porque utilizam menos recursos naturais e estão relacionadas a menores danos ao meio ambiente.

O uso regular de leguminosas e grãos, por exemplo, garante boa qualidade e quantidade proteica aos vegetarianos, além de fornecer os outros nutrientes de que o organismo precisa.

Mas é sempre bom buscar a orientação de um profissional especializado para planejar sua alimentação e verificar a necessidade de uso de suplementos.

Fonte: Veja Saúde.